Teatro shopping frei caneca

Eleito o melhor teatro em shopping center de São Paulo e um dos 4 melhores da cidade, o Teatro Frei Caneca, inaugurado 2005, possui um dos maiores palcos de teatro do Brasil com infraestrutura que permite receber espetáculos simultâneos e de diversos segmentos como musicais, óperas, eventos corporativos e gravação de programas em áudio e vídeo em formato digital.

Um dos destaques do local é o projeto de acústica e sônica assinado por José Augusto Nepomuceno, consultor de empreendimentos consagrados no Brasil e exterior.

Com capacidade de 600 lugares, o teatro conta também com dois foyers com aproximadamente 1.300 m² de área com banheiros masculino e feminino.

Horário de Funcionamento Bilheteria
De terça a domingo a partir das 13h.
Em dias de espetáculo a bilheteria funciona até o início do último espetáculo. Nos outros dias atendimento acontece até as 19h.

Mais informações:(11) 3472-2229 e (11) 3472-2230

Teatro Shopping Frei Caneca
O PAI

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O PAI

Direção:

Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e comemorando 60 anos de carreira, Fulvio Stefanini chega com a peça O PAI, premiado e emocionante texto do francês Florian Zeller
O PAI, (Le Père) título original em francês, é um texto jovem, escrito em 2012 por um autor de 32 anos de idade: Florian Zeller.
Rapidamente tornou-se um fenômeno mundial, estando em cartaz em mais de 20 países. Na França ganhou os Prêmios Molière, o mais importante do teatro francês, de melhor peça, ator e atriz. Segundo a imprensa francesa, “a melhor peça em cartaz em Paris em 2012”.

Na Inglaterra, foi eleita “a melhor peça do ano” pelo The Guardian.
Na Brodway, levou o prêmio Tony Awards de melhor ator para Frank Langella.
Em Lisboa, Madrid e Berlim, enormes sucessos de publico e crítica.

Recentemente, esteve em cartaz na Argentina e Santiago e ainda estreou nos cinemas com o nome A Viagem de meu pai, 2015.
Aqui, além do Prêmio Shell de melhor ator, ganhou os Prêmios Aplauso Brasil de melhor cenário e melhor espetáculo do ano!
O espetáculo retrata com requintado humor as vidas de um pai, de uma filha e seu namorado. As confusões, o desgaste e a compaixão. Tudo tratado de maneira poética, lúdica, romântica. O texto mergulha no universo provável de um homem saudável cuja memória vacila.

Nós mesmos sentimos as contradições dos fatos, a necessidade das repetições, a perda da lógica comum e as incompreensões e nossa razão fica também perdida. Pouco a pouco, ninguém consegue distinguir o real da ficção, o verdadeiro do falso, o importante e o superficial e então nós mesmos nos encontramos nesse vazio mental sem nenhum ponto de apoio, sem nenhuma possibilidade de evitar esse movimento inexorável em direção à alienação.

O norte da encenação é identificar a poesia de uma relação tão desgastada a partir de um problema aparentemente sem solução.

A primeira encenação brasileira traz Fulvio Stefanini no papel título, comemorando 60 anos de carreira e vencedor do Premio Shell de Melhor Ator. Completam o elenco Carolina Gonzalez, Lara Córdulla, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. A montagem conta com uma equipe de grande qualidade com André Cortez nos cenários, Letícia Barbieri nos figurinos, Wagner Antônio na iluminação e Léo Stefanini, que vem despontando na cena teatral, dirigindo seu pai justamente em uma peça que fala sobre a relação entre pais e filhos.

Uma obra que trata a relação humana de forma sutil e delicada. Abordar a “reta final” de uma trajetória desta maneira é fundamental para nossa própria compreensão. As dúvidas da filha, as confusões do pai, o envolvimento de terceiros. Tudo tão corriqueiro, tão próximo de todos nós. O que fazer? O PAI não responde. Apenas comove...
Por Fulvio Stefanini
Viver o André será um grande desafio. Um personagem instigante, complexo, divertido e comovente.
Quando li a peça pela primeira vez percebi que teria a oportunidade de realizar um grande trabalho. Lidar com um tema tão delicado, de uma maneira sutil, buscando valorizar o que há de mais humano na relação com a filha e com os próximos.
Fiz 60 anos de carreira. Ganhei de presente “O PAI”.

Ficha Técnica
Texto: Florian Zeller
Tradução: Carolina Gonzalez e Lenita Aghetoni
Direção: Léo Stefanini
Elenco: Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez, Lara Córdulla, Carol Mariottini, Paulo Emilio Lisboa e Wilson Gomes
Cenário: André Cortez
Figurinos: Letícia Barbieri
Iluminação: Wagner Antônio
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Direção de Arte Gráfica: Giovani Tozi
Fotos de Cena: João Caldas Fº
Fotos em estúdio | “Smoking”: Paulo Emilio Lisboa
Conteúdo audiovisual: Matheus Luz
Filmagens e Edições para web: Jady Forte - Desteatrando
Realização: Morente Forte Produções Teatrais e Sangiorgi e Gonzalez Produções
Produção 2017: Adriana Grzyb, Giovani Tozi, Léo Stefanini e Carol Gonzalez



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